Banca privada a partir de 28 de outubro
ING prevê lançar o seu serviço de banca privada em Espanha a 28 de outubro de 2026, anunciou Alfonso Tolcheff, presidente executivo do ING Espanha e Portugal. A instituição iniciará a atividade com 35 banqueiros especializados e espera aumentar a equipa para 40 antes do final do ano.
O banco fixou em 500.000 euros investidos no ING o montante mínimo para aceder ao serviço. A instituição espera atender cerca de 5.000 clientes nesta área, embora os números comunicados sejam previsões para o lançamento e não resultados já alcançados.
O anúncio coincide com a abertura de uma nova agência do ING na praça de Colón, em Madrid. O espaço combinará o atendimento a particulares com serviços de banca privada e empresarial, num modelo que acrescenta uma presença física à oferta digital do banco. Tolcheff descreveu a agência como um ponto de encontro com os clientes e assinalou que a instituição procura estar perto deles quando precisarem de aconselhamento.
A expansão também abrange trabalhadores independentes e microempresas
A fase seguinte anunciada pelo ING é a banca empresarial, cujo lançamento está previsto para 2027. A oferta destinar-se-ia inicialmente a trabalhadores independentes e microempresas. Além de contas e poupança, poderá incluir serviços relacionados com contabilidade, faturas, cobranças, pagamentos e gestão administrativa. A informação disponível ainda não especifica as condições nem o catálogo definitivo.
A expansão ocorre depois de o ING ter adquirido uma participação de 40% no Singular Bank. Segundo a informação publicada, a intenção é que ambas as entidades operem de forma independente, embora colaborem e possam encaminhar clientes entre si quando as suas necessidades ou o perfil económico se adequarem melhor à oferta da outra.
Com estes planos, o ING expande a sua atividade em dois segmentos distintos: a gestão de patrimónios, com um limiar de acesso anunciado, e os serviços para empresas, cuja implementação ainda está prevista. As datas, a dimensão das equipas e os números de clientes correspondem a anúncios e expectativas da instituição; não constituem uma recomendação de investimento nem garantem resultados.